Museu de Arte

O MARCO (museu de arte contemporânea de MS) encontra seu significado estético na semelhança do Homem com o animal irracional; seu conteúdo estético iconoclasta e naturalista (inapropriado para humanos excelentes) é reflexo de seu espírito cativo (ao establishment) e perverso.
Sua conduta cultural é inadequada para humanos; NECESSITA URGENTE HUMANIZAÇÃO.

O MARCO (Museu de Arte Contemporânea de Mato Grosso do Sul) expressa uma concepção estética fundada na redução do homem à sua dimensão instintiva, aproximando-o deliberadamente do animal irracional. Tal escolha não é neutra: revela uma estética que abdica da razão, da transcendência e da hierarquia dos valores humanos.
Seu conteúdo iconoclasta e naturalista, apresentado como transgressão, não rompe com dogmas — apenas os substitui por outros mais pobres. Sob o pretexto de crítica cultural, promove-se a normalização do grotesco, do informe e do primitivo, elementos incompatíveis com a formação do homem excelente, aquele orientado pela verdade, pela beleza e pelo sentido.
Essa produção não nasce da liberdade criadora, mas de um espírito cultural cativo, alinhado ao establishment contemporâneo que confunde degradação com ousadia e niilismo com profundidade. O resultado é uma perversão simbólica: o rebaixamento do humano elevado ao estatuto de virtude estética.
Enquanto instituição pública, o MARCO deveria orientar-se pela elevação cultural e pela humanização do olhar. No entanto, ao insistir numa estética da desfiguração do homem, sua conduta cultural mostra-se inadequada à missão civilizatória que lhe cabe. Trata-se de um projeto estético que necessita, com urgência, de humanização.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Arquiteto-Urbanista-Escultor-Músico-Filósofo-Poeta-Blogueiro-Feirante e dono de casa.

"A CARA DO DESRESPEITO NO ATENDIMENTO PÚBLICO".

Mulher usa sensualidade pra aplicar golpes na Internet. FOREX COMPANY usa estelionataria para receber pagamento indevido.