"O Mundo e a Bovinocultura. A deformação humana".
Enquanto existe esse imaginario poético animalesco (vaca, arara, tuiu, jacaré, etc...) não haverá desenvolvimento humano em nossa sociedade.
A cidade (estado) está em uma grande crise, tudo está a venda ou para ser alugado. O velho centro da cidade que teve seu auge comercial e econômico na década de 20 está abandonado, as fachadas dos edifícios desleixados estão repletas de grafite, e árvores crescem. Compondo a cena de destruição.
Retrato de uma sistema de mercado que está em ruína no mundo inteiro. E a prefeitura não faz nada para reverter este quadro, pelo contrário, continua cobrando imposto.
Não existe banheiro público na cidade; e no mercado municipal tem que pagar para usar; Até os lojistas.
A cidade atravessa uma grande crise: tudo está à venda ou para alugar.
O velho centro, que brilhou no auge comercial e econômico da década de 1920, hoje jaz abandonado.
As fachadas descuidadas estão cobertas de grafites, e árvores brotam das rachaduras, compondo um cenário de ruína.
É o retrato de um sistema de mercado em decomposição, não apenas aqui, mas em todo o mundo.
Enquanto isso, a prefeitura nada faz para reverter o quadro — apenas mantém a cobrança dos impostos.
Este pseudo poeta Manuel de Barros é a representação dos funcionários públicos; incompetente e pretensioso.
Realmente o Centro está péssimo e perigoso para andar a noite.
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